a
gente acorda, despertar, se dá conta, entende que não se ama sozinho, não se
ama pelo outro, e nem sempre o amor prevalece, ou, não é porque que a gente ama
com todo o coração, toda a alma, tudo que se tem e que se é, que vai acontecer.
Essa descoberta é uma tortura, mas com o tempo ameniza, passa, ou não, mas a
gente sobrevive...
E o ser amado, um dia, sentirá saudades daquele amor avassalador que o
perseguia, chateava, irritava e assusta, mas ao mesmo tempo era tão intenso,
inteiro e verdadeiro.
Laura Souza

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